Onã, o injustiçado. Filho de Judá e neto de Jacó, herdou sua mulher, Tamar, antes sua cunhada, numa prática comum da época, conhecida como casamento levirato (do latim levir, “cunhado”). Mas em vez de engravidá-la, para receber a herança de seu falecido irmão Er, Onã “desperdiçou seu esperma na terra”. Como muitos interpretaram isso como masturbação (o que seria até compreensível, dependendo da fachada de Tamar), deu-se o nome de onanismo à prática da masturbação.
Mas uma interpretação mais detalhada mostra que Onã era, de fato, praticante do coitus interruptus, ou seja, gozava fora, como uma espécie de antecessor dos atores de filmes pornô. Esse é o famoso “money shot”, ou seja, a tomada do filme XXX que vende, pois é das mais esperadas cenas; ninguém quer ver uma gozada masculina dentro da xoxota ou do cu (a não ser nos chamados cream pie, de que falo outra hora).
Fiquemos com o onanismo como sinônimo de masturbação, só pra poder colocar umas fotos bonitinhas. Afinal, a bronha ou punheta masculina, ou a siririca feminina, foram glorificadas por muitos intelectuais, como Woody Allen, que dizia: “Não desprezo a masturbação, é sexo com alguém que amo”…
Masturbação a dois – delícia!
Mudando a marcha…
Uma bronha básica, que provavelmente será combinada com uma chupada para render os melhores frutos.
Interessante exemplo vintage do uso do vibrador na masturbação.
“Será que estou fazendo direito?” pergunta-se a bela.
As moças se divertem com mais flexibilidade. Masturbam-se com a mão…
… com vibrador sobre o grelinho (veja que modelo moderno e discreto)…
… dentro da bocetinha …
… no cuzinho …
… ou nos dois ao mesmo tempo tudo junto agora vai que bom não para











19/11/08 at 10:28
legal….
24/03/09 at 16:01
Prática totalmente aprovada.
Nunca gostei de Wood Alen, mas sou obrigado a concordar com sua frase.
Como é bom transar com quem se ama.