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O chicotinho – lembra da Tiazinha? – sugere dominação, um dos principais motivos pelos quais algumas mulheres curtem a inversão de papéis.

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Às vezes sinto pena de quem acha que tudo deve ter limites claros e permanentes. Conheço algumas coisas e gosto de repartir sabedoria com meus leitores, e hoje vou falar – de novo – de regiões erógenas pouco exploradas.

E é interessante observar que um dos posts mais procurados aqui é o do strap-on. Por isso, vou contar um causo pessoal, o de uma antiga namorada, B, e seus consolos. Foi quando conheci na prática a inversão de papéis.

Já falei do fio-terra. Bem, tive namoradas que punham uma luva de látex na mão, passavam gel e ficavam me provocando com os dedos na região do períneo (óbvio!) e do cu, depois punham a ponta de um dedo, o dedo todo, mais um, e outro, e ficavam fazendo vai-e-vem, e devo dizer que gozei muitas vezes só com isso, sem sequer elas encostarem a mão ou a boca no pau!

Tive duas que já possuíam consolos de tamanhos variados e que se divertiam me fazendo gozar com eles, que elas enfiavam embrulhados em camisinhas.

Uma delas, B, chegou a comprar aquele cinto de couro – o strap-on, de que já falei – e me pediu encarecidamente para invertermos os papéis. Ou seja, ela queria me comer.

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E aí, benhê, vamos nessa?

Confesso que até mesmo sendo liberal, como sou, fiquei meio pensativo. Mas B sabia que eu era macho mesmo, daqueles que fica uma hora transando até ela pedir água porque a grutinha estava esfolada de tanto fuque-fuque. Assim, com minha imagem de Latin lover preservada, concordei.

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Com um sorriso misto de satisfação incontida e sacanagem braba, B me puxou pelo pau para tomarmos uma ducha a dois. Ensaboamo-nos e passamos hidratantes pelo corpo todo, deitamo-nos e fizemos massagem com óleo de amêndoas.

Aí, depois de muita chupação, eu já em ponto de bala, ela pegou uma almofada e ajeitou-a sob minha cintura. Ajustou o cinto de couro e preparou-o com um consolo de porte médio, digamos assim. (Na verdade, era dos mais fininhos, mas naquele momento o bicho assumiu proporções descomunais.) Fez todo o trabalho de preparação da área com os dedos enluvados e com gel, devidamente espalhado e enfiado cu adentro.

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- Tem certeza de que não seria bom passar uma pomada de xilocaína? – perguntei ingenuamente.

- Ah, safado, comigo é no cuspe e você quer moleza, né? Nada disso, fique feliz de eu passar o KY…

Foi nesse instante que caiu a ficha: Vingança! B queria se vingar das centenas de vezes em que comi aquele cuzinho apertado e quente! Mas, bom esportista que sou, resolvi relaxar e ver no que aquilo iria dar.

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Consolo ajeitado no cinto do strap-on, ela ajeitou a chapeleta rosada no meu brioco e foi rebolando, provocando a dilatação da portinhola. Punha e tirava, punha e tirava, e a cada punha avançava mais um pouco. (“Bem, certamente alguma coisa ela aprendeu comigo”, pensei.) Quando achou que o caminho já estava razoavelmente aberto, socou tudo pra dentro. (“Fodeu!”, murmurei entre dentes.)

A bandida começou a me imitar, fazendo comigo tudo que eu fazia com ela – tirando tudo e pondo de uma vez, socando devagar com o consolo todo dentro, etc. Vi que B estava realmente curtindo aquilo, sentindo-se como um macho provisório.

- Você está acertando direto na minha próstata, e acho que vou gozar já, já – disse, o pau duro feito pedra, a chapeleta brilhando de tão tensa.

- Ah, não vai não, que isto foi só o começo! Pera lá.

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O tamanho da encrenca.

Senti um arrepio nos países baixos quando ela tirou o consolo médio (que, como disse, mais parecia o do John Holmes) e ajeitou o consolo grande (este, então, dava a impressão de ter sido tomado emprestado a um jegue) no cinto.

- Cê tá é doida que vai meter esse monstro em mim! Pó pará!

- Assustou, meu amor? Pois fique sabendo que eu comprei este aqui porque é igualzinho, igualzinho ao seu caralho. Olhe só!

Sentindo-me até elogiado pela comparação, tive de admitir que, de fato, o pau de borracha era bem parecido com o meu. Mesmo assim, o arrepio no cu continuou.

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Quem tem cu, tem medo.

- Larga de ser medroso que você come meu cu dia sim, dia sim com esse seu cacete e eu não reclamo! Eu também tenho o direito – disse B, com cara de safada.

Após duas ave-marias e três pai-nossos, na tradicional posição de frango assado, prestes a ser arrombado por B e seu caralhão improvisado, tentei encontrar o sentido da vida enquanto ela reforçava o estoque de KY na região a ser invadida. A cabeçorra do bicho, entusiasmada com o deslizamento fácil, entrou de vez: o primeiro consolo tinha feito seu trabalho direitinho.

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B conseguiu chegar até a metade do monstro e ficou bombando. A cada movimento para dentro, um arrepio e uma dor incômoda, que só ficou suportável quando o gozo, inevitável, forte, abundante, jorrou do meu pau e lambuzou a barriga e os seios de B.

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- Foi bom pra você, Holmes? – perguntou B, tirando lentamente o cacetão de borracha, espalhando a porra pelos seios e lambendo os dedos melados.

- Olha, B, eu sei que você quis me sacanear, mas se deu mal: com essa esfregação da próstata eu gozei como nunca!

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- Que bom, então outro dia a gente repete! – disse, tirando a camisinha do consolo e beijando-lhe a glande.

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Precisa. E muito.

O olho do meu pobre cu, dilatado e ainda latejando após a invasão, deve ter derramado uma lágrima de KY diante dessa ameaça e ficado puto comigo por eu ter dito aquilo…