Por aclamação popular, mais um pouco de cu.

Essa que é uma das variações sexuais mais procuradas, envolve diversas alternativas. Sim, pois ao contrário da xoxota, exclusividade das mulheres (e, com um pouco de boa vontade, de transexuais que se submetem à operação de mudança de sexo), todos têm cu. Assim, todos podem ser a parte passiva no sexo anal.

Claro que é uma questão de opção, mas tem homem que diz que cu é cu, e que fazer sexo anal com um travesti (ou com outro homem) não faz dele um homossexual. Será? Tecnicamente, homosexual é aquele que tem preferência exclusiva (ou quase exclusiva – lembre-se de que há diversos graus de sexualidade) por parceiros do mesmo sexo do que do sexo oposto. Troca-troca na juventude não faz de ninguém um homosexual. Só transar com pessoas do mesmo sexo, sim. Eventuais contatos com o mesmo sexo, por curiosidade ou coisa assim, muitos dizem que não…

Então, algumas fotos extras de sexo anal, incluindo opções que normalmente não se vêem.

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Foto rara: Um dos mais famosos atores pornô de todos os tempos, Tom Byron, faturando o cuzinho de um travesti.

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Nesta foto de site especializado, a situação se inverte: é o homem que faz papel passivo

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Às vezes, é a mulher que pede ao homem para que invertam os papéis, dando a ela uma participação ativa, graças ao strap-on.

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Se cu é cu, pau é pau; se transexuais são mulheres com pau, como dizem alguns, então é natural que possam usá-lo como gostam – no caso, comendo um cuzinho (embora de mulher). Mas é raro, como é rara esta imagem.

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As meninas também se divertem com o strap-on. No caso, a loirinha está prestes a ser o recheio de um gostoso sanduíche feminino.

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Outra foto de site especializado: aqui, uma trans come a outra enquanto esta proporciona uma gulosa ao rapaz.

Parece, mas não é.

Lembra desse anúncio de xampú que veiculava na TV e que apresentou a Roberta Close para o mundo? Hoje com seus 45 anos, casada, operada, com mudança de nome e tudo o mais, ela já não causa mais o espanto, a curiosidade e o furor daquela época. Mesmo assim, parece que foi até convidada recentemente para fazer novo ensaio fotográfico sensual.

Isso mostra como o mundo tem curiosidade pelo travesti, uma criatura híbrida, uma mulher com pau. (Rimou.) Há algumas realmente femininas, como a própria Roberta Close ou a Telma Lipp, ambas da mesma época, e em tempos recentes outras, menos famosas, mas igualmente intrigantes.

Há fórums dedicados à troca de informações entre os clientes de travestis, por eles chamados de t-gatas ou t-girls, e muitos juram de pé junto que só as procuram como ativos, e que não querem saber de nenhuma atividade passiva com elas… isso é que me faz perguntar, uai, se é para receber sexo oral ou fazer sexo anal (pois o vaginal não dá), porque não procuram garotas de programa convencionais? Não convence, não é mesmo? Pra mim, o atrativo que essas mulheres oferecem é o que as diferencia das mulheres genéticas, ou seja, o pau.

Pode até ser que um que outro freqüentador realmente procure a trans pela feminilidade exacerbada, pois é claro que, para se destacarem, elas tentam ser mais femininas do que as próprias mulheres. Hoje em dia, com tanta mulher competindo com os homens no duro mercado de trabalho, muitas negligenciam nos cuidados com a aparência, pondo de lado até mesmo a libido em função do cansaço ou do desinteresse após uma jornada diária cansativa.

Pelo sim, pelo não, tire suas conclusões. As fotos abaixo são de travestis. Acredite, se quiser.

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Aqui, Melina Vasconcelos; abaixo, Melina com outra trans, Carol Montenegro. Salvo melhor juízo, duas moças bonitas…


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Eis_a_Kalena Rios. À esquerda, acima, antes de um implante nos seios; à direita, já com o implante. À esquerda, abaixo, um pouco mais reveladora. Você ainda está vendo uma mulher, não? Mas a foto à direita dissipa a dúvida…

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Esta se chama Sabrina de Paula. Nas duas fotos acima, uma moça bonita e simpática, com jeito de modelo… à direita, abaixo, vemos tudo.




Tem gente que diz que todo mundo é bissexual. Sei não, pode até ser. Mas certamente é muito difícil para aqueles que realmente o são, e que por isso gostam de relacionar-se sexualmente com homens ou mulheres, tendo prazer em ambas as hipóteses, assumir essa postura. Sociedades latinas, com uma forte tradição machista, conseguem atribuir desvalor até ao estímulo da próstata, que é um puuuuuta dum prazer (e que não tem nada de viadagem, vide post anterior sobre o tema). E isso acaba até fazendo com que o índice de doenças de próstata (o câncer é a pior delas) seja maior entre povos latinos do que de outras raízes étnicas.

Mas que deve ser interessante, deve… Vou até recorrer a uma frase que muita gente usa, embora aplique-se ao homossexualismo: “Já vi ex-alcoólatra e ex-viciado, mas ex-gay… nunca vi não”.

Molecada faz troca-troca como forma de descobrir sua própria sexualidade, e no processo vai aprendendo a conhecer seu corpo, seus desejos, etc. Alguns ficam nisso, e assumem (abertamente ou só para si) essa preferência mais tarde, na adolescência ou vida adulta. Alguns já radicalizam e percebem que erraram de corpo quando nasceram: o espiritismo, por exemplo, sugere que almas que tiveram muitas vidas em seqüência num mesmo sexo, acabam desenvolvendo personalidade do sexo oposto ao do corpo físico, e tornam-se por vezes transexuais – na maioria das vezes, homens que querem seios (e que os cultivam por hormônios ou implantam silicone), perdem as características masculinas e tornam-se verdadeiras mulheres com pênis.

Infelizmente, pelo próprio descompasso entre a aparência dessas pessoas e o perfil que a sociedade está disposta a aceitar, os transexuais recorrem a profissões ligadas à estética (cabeleireiros, p.ex.) e, mais das vezes, voltam-se para a prostituição.

Mas comecei falando dos bissexuais, e os trans são, tecnicamente, outra coisa. Selecionei algumas fotos para quem tiver curiosidade de conhecer algumas práticas bissexuais; depois faço um post sobre os transexuais.

Uma das práticas bi masculinas, por exemplo, é um ménage à trois, normalmente com dois homens e uma mulher.

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Um trio ao ar livre e um interessante exemplo de roda oral.

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Aqui, dois exemplos clássicos de trenzinho (um está engatado no outro, como uma composição ferroviária).